segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
No Laboratório de Audio e Video 2 (ao lado do auditório):
Dia 08/01/10 (Sexta-Feira)
16 Horas

Ladrões de Bicicleta
Sinopse: Em Roma um trabalhador de origem humilde, Antonio Ricci (Lamberto Maggiorani), é razoavelmente feliz e trabalha para sustentar a família. Precisando ter uma bicicleta para pegar um emprego, com sacrifício ele consegue recuperar a sua bicicleta, que estava empenhada. Entretanto ela é roubada, para seu desespero. Juntamente com seu filho Bruno (Enzo Staiola), Antonio a procura pela cidade. Como não consegue encontrá-la, ele resolve cometer o mesmo crime.
Ficha Técnica:
Título Original: Ladri di Biciclette
Duração: 93 minutos.
País de Origem: Itália
Ano de Lançamento: 1948
Direção: Vittorio De Sica
Dia 15/01/10 (Sexta-Feira)
16 Horas

Os Esquecidos
Sinopse: Nos subúrbios da Cidade do México um grupo de jovens delinqüentes passa os dias cometendo pequenos roubos. Um fugitivo de um reformatório, Jaibo (Roberto Cobo), por ser mais velho e experiente se torna o líder natural deles. Um dia, na companhia de Pedro (Alfonso Mejía), Jaibo se descontrola e espanca Julian (Javier Amézcua) até a morte, pois supostamente este o teria delatado. Pedro, que tem uma grande necessidade de carinho materno mas é ignorado por sua mãe (Estela Inda), carrega um sentimento de culpa por se considerar cúmplice de Jaibo, que se comporta como se nada tivesse acontecido. Jaibo ainda tenta seduzir a mãe de Pedro, que não lhe dá nenhuma abertura, fazendo com que o confronto entre Jaibo e Pedro seja algo inevitável.
Ficha Técnica:
Título Original: Los Olvidados.
Duração: 77 minutos.
Pais de Origem: México.
Ano de Lançamento: 1950.
Direção: Luis Buñuel.
Dia 22/01/10 (Sexta-Feira)
16 Horas

Os Incompreendidos
Sinopse: Antoine Doinel (Jean-Pierre Léaud) é o filho negligenciado de Gilberte Doinel (Claire Maurier), que parece ter tempo para tudo menos o bem-estar da criança. Julien Doinel (Albert Rémy) não é o pai biológico, mas cria o menino como se fosse seu filho. Gilberte está tendo um caso e não se surpreende quando, por acaso, Julien fica sabendo que Antoine não está indo à aula, pois ela sabia que na hora do colégio o filho a tinha visto com seu amante. A situação se agrava quando Antoine, para justificar sua ausência no colégio, "mata" a mãe. Quando seus pais aparecem na escola, a verdade é descoberta e Julien o esbofeteia na frente de seus colegas. Após isto ele foge de casa e arruma um lugar para dormir. Paralelamente seus pais culpam um ao outro pelo comportamento dele, após lerem a carta na qual ele se despede. No outro dia Antoine vai à escola normalmente. Lá sua mãe o encontra e se mostra preocupada por ele ter passado a noite em uma gráfica. Ela alegremente o aceita de volta, mas os problemas não acabam. Antoine se desentende com um professor, que o acusa de plagiar Balzac. Como ele odeia a escola, sai de casa de novo e para viver é obrigado a fazer pequenos roubos.
Ficha Técnica:
Título Original: Les Quatre Cents Coups.
Duração: 99 minutos.
País de Origem: França.
Ano de Lançamento: 1959.
Direção: François Truffaut.
Dia 29/01/10 (Sexta-Feira)
16 Horas

Machuca
Sinopse: Chile, 1973. Gonzalo Infante (Matías Quer) é um garoto que estuda no Colégio Saint Patrick, o mais conceituado de Santiago. Gonzalo é de uma família de classe alta, morando em um bairro na área nobre da cidade com seus pais e sua irmã. O padre McEnroe (Ernesto Malbran), o diretor do colégio, inspirado no governo de Salvador Allende decide implementar uma política que faça com que alunos pobres também estudem no Saint Patrick. Um deles é Pedro Machuca (Ariel Mateluna) que, assim como os demais, fica deslocado em meio aos antigos alunos da escola. Provocado, Pedro é seguro por trás e um deles manda que Gonzalo o bata, que se recusa a fazer isto e ainda o ajuda a fugir. A partir de então nasce uma amizade entre os dois garotos, apesar do abismo de classe existente entre eles.
Ficha Técnica:
Duração: 120 minutos.
País de Lançamento: Chile/Espanha.
Ano de Lançamento: 2004.
Direção: Andrés Wood.
Endereço: Av. Luciano Carneiro, 345 - Fortaleza - Ceará
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
MINHA FILOSOFIA
Querem saber como comecei a desenvolver minha filosofia? Foi assim: Minha mulher, ao convidar-me para provar o primeiro suflê de sua vida, deixou cair acidentalmente uma fatia dele no meu pé, fraturando com isso diversos artelhos. Médicos foram chamados, raios X tirados e, depois de examinado do tornozelo aos pés, mandaram-me ficar de cama durante um mês. Durante a convalescença, dediquei-me ao estudo dos maiores pensadores ocidentais - uma pilha de livros que eu havia reservado justamente para uma oportunidade dessas. Desprezando a ordem cronológica, comecei por Kierkegaard e Sartre e depois passei rapidamente para Spinoza, Hume, Kafka e Camus. Não me entediei nem um pouco, como supunha. Ao contrário, fiquei fascinado pela lepidez com que esses gênios demoliam a moral, a arte, a ética, a vida e a morte. Lembro-me de minha reação a uma observação (como sempre, luminosa) de Kierkegaard: "Toda relação que se relaciona consigo mesma (ou seja, consigo mesma) deve ter sido constituída por si mesma ou então por outra". O conceito trouxe lágrimas aos meus olhos. Puxa vida! - pensei - isso é que é ser profundo (Eu, por exemplo, sempre tive dificuldades na escola com aquele clássico tema de composição, "Meu dia no Zoológico".) É verdade que a frase continuava completamente incompreensível para mim, mas que importava isto, desde que Kierkegaard estivesse se divertindo? De súbito, convencido de que a metafísica era a obra que eu estava destinado a escrever, tomei papel de lápis e comecei a rascunhar minhas primeiras reflexões. O trabalho progrediu depressa, e em apenas duas tardes - com intervalo para uma soneca e para assistir a um desenho animado - conseguir completar a obra filosófica que, segundo espero, não será divulgada antes de minha morte ou até o ano 3000 (o que vier primeiro), e a qual me garantirá um lugar de honra entre os maiores pensadores da História. Eis aqui uma pequena amostra do tesouro intelectual que deixarei para a humanidade - ou pelo menos, até a chegada da arrumadeira.
1. Crítica do Horror Puro
Ao formular qualquer filosofia, a primeira consideração sempre deve ser: O que nós podemos conhecer? Isto é, o que podemos ter certeza de conhecer ou de saber que conhecemos, desde que seja algo connhecível, é claro. Ou será que já esquecemos e estamos apenas com vergonha de admitir? Descartes roçou o problema quando escreveu: "Minha mente nunca poderá conhecer meu corpo, embora tenha ficado bastante íntima de minhas pernas". E, antes que me esqueça, por conhecível não me refiro ao que pode ser conhecido pela percepção dos sentidos ou ao que pode ser captado pela mente, mas ao que se pode garantir ser Conhecido por possuir características que chamados de Conhecibilidade pelo conhecimento - embora todos esses conhecimentos possam ser ditos na frente de uma senhora.
Será que podemos realmente "conhecer" o Universo? Meu Deus, se às vezes já é difícil sairmos de um engarrafamento! O problema, no fundo, é: há alguma coisa lá? E por quê? E porque tem que fazer tanto barulho? Finalmente, não há dúvida de que uma característica da "realidade" é a de que lhe falta substância. Não quero dizer com isso que ela não tenha substância, mas apenas que lhe falta. (A realidade de que estou falando aqui é a mesma que Hobbes descreveu, só que um pouquinho menor.) Logo, o dito cartesiano "Penso, logo existo" seria melhor expresso na forma de "Olhe, lá vai Edna com o saxofone!". Do que se deduz que, para conhecer uma substância ou uma idéia, devemos duvidar dela e, ao duvidar, chegamos a perceber as características que ela possui em seu estado finito, as quais são "por si mesmas" ou "de si mesmas" ou de qualquer outra coisa que não tem nada a ver. Se isto ficou claro, podemos deixar a epistemologia de lado provisoriamente, e mudar de assunto.
2. A Dialética Escatológica como um Meio de Combater a Herpes
Podemos dizer que o universo consiste de uma substância, e a esta substância chamaremos de "átomos" ou, quem sabe, de "mônadas". Demócrito chamava-a de átomo. Leibnitz preferia "mônadas". Felizmente, os dois nunca se encontraram, se não teríamos pancadaria da grossa. Estas "partículas" foram acionadas por alguma causa ou princípio subjacente, ou talvez tenham apenas resolvido dar uma voltinha. O fato é que já é tarde para fazer qualquer coisa a respeito, exceto provavelmente escovar os dentes quatro vezes ao dia. Isto, naturalmente, não explica a imortalidade da alma. Não implica sequer a existência da alma nem chega a me tranquilizar quanto à sensação de estar sendo seguido por um guatemalteco. A relação causal entre princípio-motor (i.é., Deus, ou uma ventania) e qualquer conceito teológico do ser (em outras palavras, o Ser) é, segundo Pascal: "tão lúdrica que nem chega a ser engraçada". (Ou seja, Engraçada.) Schopenhauer chamou a isto "o vir-a-ser", mas seu médico diagnosticou-o simplesmente como alergia a penas de ganso. No fim da vida, Schopenhauer tornou-se amargurado por este conceito, ou talvez tenha sido pela sua crescente suspeita de que não era Mozart.
3. O Cosmos a 5 Doláres por Dia
O que é, então, o "belo"? A fusão da harmonia com a virtude? Ou da harmonia com qualquer outra coisa que apenas rima com virtude? Se tivesse fundido com um aláude, o mundo seria muito mais tranquilo. A verdade, como se sabe, é a beleza ou "o necessário". Isto é, o que e bom ou possui as características do "bom" resulta na "verdade". Se isto não acontecer, pode ter certeza de que a tal coisa não é bela, embora possa ser até à prova d'agua. Começa a me convencer de que tinha razão, e que tudo devia rimar com aláude. Ora bolas.
Duas Parábolas
Um homem aproxima-se de um castelo. Sua única entrada está guardada por hunos ferocíssimos que só o deixarão entrar se ele se chamar Julius. O homem tenta subornar os guardas, oferecendo-lhes o seu estoque de fígados e moelas de galinhas. Não recusam nem aceitam a oferta - apenas torcem o seu nariz como se ele fosse um saca-rolhas. O homem argumenta que precisa entrar no castelo, porque está levando uma ceroula limpa para o imperador. Os guardas dizem não outra vez e o homem começa a dançar charleston. Eles parecem apreciar sua agilidade, mas logo se irritam porque se lembram da maneira pela qual o governo está tratando os índios. Já sem fôlego, o homem desmaia e morre, sem nunca ter visto o imperador e devendo a uma loja de eletrodomésticos um piano que havia comprado a prazo.
1. Crítica do Horror Puro
Ao formular qualquer filosofia, a primeira consideração sempre deve ser: O que nós podemos conhecer? Isto é, o que podemos ter certeza de conhecer ou de saber que conhecemos, desde que seja algo connhecível, é claro. Ou será que já esquecemos e estamos apenas com vergonha de admitir? Descartes roçou o problema quando escreveu: "Minha mente nunca poderá conhecer meu corpo, embora tenha ficado bastante íntima de minhas pernas". E, antes que me esqueça, por conhecível não me refiro ao que pode ser conhecido pela percepção dos sentidos ou ao que pode ser captado pela mente, mas ao que se pode garantir ser Conhecido por possuir características que chamados de Conhecibilidade pelo conhecimento - embora todos esses conhecimentos possam ser ditos na frente de uma senhora.
Será que podemos realmente "conhecer" o Universo? Meu Deus, se às vezes já é difícil sairmos de um engarrafamento! O problema, no fundo, é: há alguma coisa lá? E por quê? E porque tem que fazer tanto barulho? Finalmente, não há dúvida de que uma característica da "realidade" é a de que lhe falta substância. Não quero dizer com isso que ela não tenha substância, mas apenas que lhe falta. (A realidade de que estou falando aqui é a mesma que Hobbes descreveu, só que um pouquinho menor.) Logo, o dito cartesiano "Penso, logo existo" seria melhor expresso na forma de "Olhe, lá vai Edna com o saxofone!". Do que se deduz que, para conhecer uma substância ou uma idéia, devemos duvidar dela e, ao duvidar, chegamos a perceber as características que ela possui em seu estado finito, as quais são "por si mesmas" ou "de si mesmas" ou de qualquer outra coisa que não tem nada a ver. Se isto ficou claro, podemos deixar a epistemologia de lado provisoriamente, e mudar de assunto.
2. A Dialética Escatológica como um Meio de Combater a Herpes
Podemos dizer que o universo consiste de uma substância, e a esta substância chamaremos de "átomos" ou, quem sabe, de "mônadas". Demócrito chamava-a de átomo. Leibnitz preferia "mônadas". Felizmente, os dois nunca se encontraram, se não teríamos pancadaria da grossa. Estas "partículas" foram acionadas por alguma causa ou princípio subjacente, ou talvez tenham apenas resolvido dar uma voltinha. O fato é que já é tarde para fazer qualquer coisa a respeito, exceto provavelmente escovar os dentes quatro vezes ao dia. Isto, naturalmente, não explica a imortalidade da alma. Não implica sequer a existência da alma nem chega a me tranquilizar quanto à sensação de estar sendo seguido por um guatemalteco. A relação causal entre princípio-motor (i.é., Deus, ou uma ventania) e qualquer conceito teológico do ser (em outras palavras, o Ser) é, segundo Pascal: "tão lúdrica que nem chega a ser engraçada". (Ou seja, Engraçada.) Schopenhauer chamou a isto "o vir-a-ser", mas seu médico diagnosticou-o simplesmente como alergia a penas de ganso. No fim da vida, Schopenhauer tornou-se amargurado por este conceito, ou talvez tenha sido pela sua crescente suspeita de que não era Mozart.
3. O Cosmos a 5 Doláres por Dia
O que é, então, o "belo"? A fusão da harmonia com a virtude? Ou da harmonia com qualquer outra coisa que apenas rima com virtude? Se tivesse fundido com um aláude, o mundo seria muito mais tranquilo. A verdade, como se sabe, é a beleza ou "o necessário". Isto é, o que e bom ou possui as características do "bom" resulta na "verdade". Se isto não acontecer, pode ter certeza de que a tal coisa não é bela, embora possa ser até à prova d'agua. Começa a me convencer de que tinha razão, e que tudo devia rimar com aláude. Ora bolas.
Duas Parábolas
Um homem aproxima-se de um castelo. Sua única entrada está guardada por hunos ferocíssimos que só o deixarão entrar se ele se chamar Julius. O homem tenta subornar os guardas, oferecendo-lhes o seu estoque de fígados e moelas de galinhas. Não recusam nem aceitam a oferta - apenas torcem o seu nariz como se ele fosse um saca-rolhas. O homem argumenta que precisa entrar no castelo, porque está levando uma ceroula limpa para o imperador. Os guardas dizem não outra vez e o homem começa a dançar charleston. Eles parecem apreciar sua agilidade, mas logo se irritam porque se lembram da maneira pela qual o governo está tratando os índios. Já sem fôlego, o homem desmaia e morre, sem nunca ter visto o imperador e devendo a uma loja de eletrodomésticos um piano que havia comprado a prazo.
*
Recebo uma mensagem para entregar a um general. Galopo, galopo e galopo, mas o quartel do general parece cada vez mais distante. De repente, uma pantera negra gigante salta sobre mim e devora meu coração e cérebro. É claro que isso estraga definitivamente a minha noite. Por mais que eu corra, já não consigo chegar ao general, o qual vejo a distância, de cuecas, murmurando a palavra "noz-moscada" contra seus inimigos.
Aforismos
Aforismos
É impossível encarar a própria morte objetivamente e assoviar ao mesmo tempo.
*
O Universo não passa de uma idéia passageira na mente de Deus - o que é um pensamento duplamente desagradável se você tiver acabado de pagar a entrada da sua própria casa.
*
Não há nada de mal com a vida eterna, desde que você esteja convenientemente vestido para ela
*
Imaginem se Dionísio ainda estivesse vivo! Onde iria comer?
*
Não apenas não existe Deus, como tenta encontrar um bombeiro num fim de semana.
(ALLEN, Woody. Cuca fundida. Trad. port. Ruy Castro. Porto Alegre: L&PM, 2006.)
O Universo não passa de uma idéia passageira na mente de Deus - o que é um pensamento duplamente desagradável se você tiver acabado de pagar a entrada da sua própria casa.
*
Não há nada de mal com a vida eterna, desde que você esteja convenientemente vestido para ela
*
Imaginem se Dionísio ainda estivesse vivo! Onde iria comer?
*
Não apenas não existe Deus, como tenta encontrar um bombeiro num fim de semana.
(ALLEN, Woody. Cuca fundida. Trad. port. Ruy Castro. Porto Alegre: L&PM, 2006.)
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Mostra Woody Allen
No Auditório do Centro de Humanidades da UECE:
Dia 02/10/09 (Sexta-Feira)
16 Horas

Tudo o que você sempre quis saber sobre sexo*
*Mas tinha medo de Perguntar
Sinopse: Woody Allen ultrapassa as fronteiras da comédia consolidando sua sensibilidade tresloucada e sua irreverência maliciosa e divertida com a crescente predisposição para o humor visualmente cativante. Allen revela-se um cineasta "inteligente, sofisticado e com visão cômico." Allen arrasa com diversas vinhetas hilárias que satirizam as questões mais complicadas da sexualidade! Os afrodisíacos mostram-se eficazes para um bobo da corte (Allen) que consegue a chave do coração da Rainha (Lynn Redgrave), mas que descobre que a chave do seu cinto de castidade poderia ser mais útil. Atos não naturais tornam-se selvagens e felpudos quando um bom doutor (Gene Wilder) apaixona-se por uma caprichosa ovelha. Jack Barry trabalha com o fetichismo em 20 perguntas num show de TV maluco chamado "Qual Minha Perversão?" A pesquisa sobre a sexualidade é vista à luz do microscópio quando um cientista louco (John Carridine) libera um seio monstruoso e predador. E o absurdo atinge seu clímax com Tony Randall, Burt Reynolds e Allen como espermatozóides... refletindo sobre a ejaculação!
Ficha Técnica:
Título Original: Everything You Always Wanted to Know About Sex * But Were Afraid to Ask
Duração: 87 minutos
País de Origem: EUA
Ano de Lançamento: 1972
Direção: Woody Allen
Dia 09/10/09 (Sexta-Feira)
16 Horas
Annie HallSinopse: Alvy Singer (Woody Allen), um humorista judeu e divorciado que faz análise há quinze anos, acaba se apaixonando por Annie Hall (Diane Keaton), uma cantora em início de carreira com uma cabeça um pouco complicada. Em um curto espaço de tempo eles estão morando juntos, mas depois de um certo período, crises conjugais começam a se fazer sentir entre os dois.
Ficha Técnica:
Título Original: Annie Hall
Duração: 93 minutos
País de Origem: EUA
Ano de Lançamento: 1977
Direção: Woody Allen
Dia 16/10/09 (Sexta-Feira)
16 Horas
ZeligSinopse: Um pseudo-documentário sobre a vida de Leonard Zelig (Woody Allen), o homem-camaleão, que tinha o dom de modificar a aparência para agradar as outras pessoas.
Ficha Técnica: Título Original: Zelig
Duração: 79 minutos
País de Origem: EUA
Ano de Lançamento: 1983
Direção: Woody Allen
Dia 23/10/09 (Sexta-Feira)
16 Horas
Desconstruindo HarrySinopse: Harry Block (Woody Allen) é um escritor que costuma contar sua problemática vida pessoal em seus livros, em especial as crises emocionais. Com isso, acaba criando personagens que são retratos de pessoas próximas - ex-esposas, amantes, filho, (ex) amigos. E, como esses retratos costumam ser "maldosos", essas pessoas o odeiam. Às vésperas de uma homenagem numa universidade, ele passa por um bloqueio criativo, problemas pessoais e amorosos. Numa mistura de realidade e ficção, ele passa a interagir com cenas de suas histórias, e percebe como afetou a vida de suas ex-esposas, do filho, das amantes.
Ficha Técnica:
Título Original: Deconstructing Harry
Duração: 96 minutos
País de Origem: EUA
Ano de Lançamento: 1997
Direção: Woody Allen
Dia 30/10/09 (Sexta-Feira)
16 Horas
Match PointSinopse: Um tenista profissional irlandês é acolhido no seio de uma família de alta sociedade inglesa, recebe um cargo em sua empresa e se casa com sua filha. Sua relação com a família é afetada quando vive uma aventura amorosa com a ex-noiva de seu cunhado, uma jovem e sedutora norte-americana que procura inutilmente espaço em Londres como atriz.
Ficha Técnica:
Título Original: Match Point
Duração: 123 minutos
País de Origem: EUA/Inglaterra
Ano de Lançamento: 2005
Direção: Woody Allen
Endereço: Av. Luciano Carneiro, 345 - Fortaleza - Ceará
terça-feira, 1 de setembro de 2009
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